Jaques Morelenbaum

Artistas

Jaques Morelenbaum

Carioca, em 44 anos de carreira como músico, Jaques Morelenbaum tomou parte em 772 álbuns, colaborando como violoncelista, compositor, arranjador, regente e produtor com Antonio Carlos Jobim, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Egberto Gismonti, Gal Costa, Milton Nascimento, Chico Buarque, entre tantos outros. Participou também de produções musicais com uma série de artistas internacionais, entre eles Ryuichi Sakamoto, com quem toca desde 1992 até os dias de hoje, e com Sting. Gravou com os portugueses Mariza, Carminho, Madre Deus, Dulce Pontes, Danças Ocultas e Rui Veloso, as cabo-verdianas Cesária Évora e Mayra Andrade, os franceses Michel Legrand, Juliette Greco e Henri Salvador, o angolano Paulo Flores, os japoneses Sadao Watanabe, Goro Ito, Choro Club e Gontiti, os norte-americanos David Byrne, Melody Gardot e Chris Botti, os espanhóis Maria Dolores Pradera, Clara Montes e Presuntos Implicados, os italianos Paolo Fresu, Luciano Pavarotti, Patty Pravo, Mario Biondi, Massimo Modugno e Adiano Celentano, os argentinos Jairo e León Gieco, o colombiano Santiago Cruz, o cubano Omar Sosa e a mexicana Julieta Venegas.

É vencedor do Grammy de World Music, como produtor do álbum “Livro” de Caetano Veloso, do Grammy Latino de Melhor Disco de Música Brasileira, pelo álbum “Noites do Norte”, também de Caetano Veloso, e do Grammy Latino de Melhor Longa Metragem de Música Pop por sua co-produção do Acústico MTV de Julieta Venegas

Compôs e produziu inúmeras trilhas sonoras para o cinema e teatro, entre elas para os filmes “Nise, o Coração da Loucura”, de Roberto Berliner (Prêmio Aruanda de Melhor Trilha Sonora”, “Tieta” (Prêmio Sharp para Melhor Trilha Sonora) e “Orfeu do Carnaval”, de Cacá Diegues (ambas junto a Caetano Veloso), “O Quatrilho” (vencedora do Prêmio Coral do Festival de Cinema de Havana de Melhor Trilha Sonora, também com Caetano Veloso), “Jacobina” e “Lula, Filho do Brasil” (esta em parceria com Antonio Pinto, vencedora do Prêmio de Melhor Trilha Sonora da ACIE – Associação dos Críticos da Imprensa Estrangeira), os três últimos de Fábio Barreto“, “Olhos Azuis”, de José Jofilly (Grande Prêmio do Cinema Brasileiro para Melhor Trilha Sonora da Academia Brasileira de Cinema), “A República dos Anjos”, de Carlos Del Pino, “Paid” de Laurence Lamers e “Central do Brasil” (junto a Antonio Pinto), de Walter Moreira Salles (vencedor do Prêmio Sharp para Melhor Trilha Sonora).

Participou em cena dos filmes “Hable com Ella”, de Pedro Almodovar, tocando “Cucurucucu Paloma”, junto a Caetano Veloso, e “A Música Segundo Tom Jobim“, de Nelson Pereira dos Santos e Dora Jobim.

Participou da Nova Banda de Tom Jobim como violoncelista e produtor de 1985 a 1994, excursionou o mundo todo tocando com Egberto Gismonti de 1988 a 1983, foi violoncelista, arranjador e diretor musical de Caetano Veloso de 1991 a 2005, colaborou com Gal Costa de 1994 a 1997, também como cellista e arranjador, e com Gilberto Gil de 2009 a 2014.

Tomou parte do Quarteto Jobim Morelenbaum e do grupo Morelenbaum2Sakamoto, com o qual gravou os discos “Casa”, “A day in New York” e “Live in Tokyo”.       

Participou dos álbuns “Alma” (2011) e “Eros”(2015), ambos de Paolo Fresu e Omar Sosa e em 2017 tomou parte do novo disco de Daniele di Bonaventura junto ao pianista italiano Giovanni Cefarelli, a ser lançado agora em 2018.       

Lançou em 2104 seu primeiro disco solo, “CelloSam3aTrio – Saudade do Futuro_Futuro da Saudade” (Biscoito Fino/Mirante), acaba de lançar junto à Paula Morelenbaum e ao CelloSam3aTrio o álbum “Live in Italia _ Ommagio a Jobim” (Biscoito Fino/Mirante), e com Zélia Duncan (apenas voz e cello) o álbum “Invento +”, dedicado à obra de Milton Nascimento.

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