Pedro Martins

Pedro Martins
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Pedro Martins

Artista precoce, o guitarrista e compositor Pedro Martins surpreende com sua capacidade de ser profundo com tão pouca idade. Seu grande mestre foi seu pai, Oscar Azevedo que lhe ensinou a tocar quando Pedro ainda tinha 3 anos de idade. Aos seis, tirava de ouvido músicas no violão. Aos oito, aprendia piano clássico com Dib Francis na Escola de Música de Brasília (EMB). Aos 10, tocava guitarra na banda Fator RH, onde conheceu Felipe Viegas, que apresentou-lhe o universo da música instrumental.

Aos 14 anos, já tocava em festivais de jazz ao lado de importantes músicos de sua cidade. Conhece então Daniel Santiago que produz seu primeiro álbum “Sonhando Alto” contendo suas primeiras composições e arranjos. O álbum é lançado quando Pedro ainda tinha 17 anos, conquistando notoriedade no meio musical nacional. A partir daí, começou a tocar com conhecidos músicos do Brasil, como Hamilton de Holanda, Gabriel Grossi, Léo Gandelman, Ellen Oléria, Milton Nascimento, Emicida, Leny Andrade, Paulinho Moska, Rita Ribeiro, entre outros importantes músicos. Com 18 anos, tocava violão, guitarra, piano, baixo e bateria, fazendo da guitarra seu instrumento principal. 

Com 19 anos revela um vínculo incrível com a sua música em performance explosiva, do rock ao choro, e já se apresentava em importantes festivais de música instrumental no Brasil. Pedro encontrou um som original com muita personalidade, baseado na essência brasileira, com o domínio técnico impressionante e uma maneira criativa de improvisar e compor. No alto de seus recém-completos 23 anos de idade, com mais de 12 anos de carreira, Pedro Martins já desfruta de reconhecimento internacional por ter sido eleito o melhor guitarrista na competição Socar Guitar Competition no 49o Montreux Jazz Festival, o principal do gênero no mundo. Pedro era o único brasileiro a integrar a programação da competição do festival, com mais outros nove talentos da guitarra mundial. Sua vitória veio tanto pelo público como por unanimidade entre o júri, do qual faziam parte Kurt Rosenwinkel e John Mclaughlin, e foi considerado uma das promessas da nova geração de guitarristas. A vitória o levou a outro patamar de reconhecimento internacional. Dentre outros importantes festivais europeus, se apresentou com seu grupo no 50º Montreux Jazz Festival na Suíça.

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